A GDC - Gestão da Dinâmica do Conhecimento - é, antes de tudo, gestão. Ela pressupõe que haja um método genérico de se conseguirem resultados em todas as áreas onde se pode agir com intenção, abrindo o caminho para o estímulo ao empreendedorismo, da imitação à inovação de ruptura. Se não garante o sucesso, ela diminui os riscos dos empreendimentos, além de garantir a qualidade do produto e a produtividade.
A dinâmica do conhecimento é intuitiva, mas é melhor dominada coletivamente quando expressa num método passível de treinamento. Ela consiste em imitar, aperfeiçoar e inovar. Neste contexto, aperfeiçoar equivale a imitar criativamente, enquanto inovar se refere a romper com o existente e ir além, criando soluções antes inexistentes. Ela combina a melhoria contínua no estilo japonês com a inovação de ruptura no padrão típico americano.
O roteiro para imitar, aperfeiçoar e inovar é sempre o mesmo em todas as áreas da atividade humana: ideação, experimentação - simulada e física -, julgamento dos resultados, consolidação de um sistema e a sua posta em marcha para gerar resultados, sempre atento a pergunta-chave: satisfaz? Imagine o padrão Microsoft, ou o padrão Apple. Em ambos os casos, são lançados produtos inovadores em versão Beta, a serem melhorados em versões contínuas. Isso implica que não se deve buscar a perfeição logo de início, mas oferecer diferenciais capazes de tornar o produto ou serviço atrativo para o público em condições de adquiri-lo.
Sua raiz está no método científico conforme descrito por Galileu Galilei, Newton e Einstein, e na mobilização de corações e mentes para a realização do potencial humano de construir suas condições de existência. Depois da Segunda Guerra esse tipo de mobilização foi feito por países como a Alemanha, o Japão e a Coreia do Sul, com excelentes resultados.
Para a consolidação do conceito de GDC aqui expresso, combinaram-se os métodos descritos e/ou observados na filosofia, na ciência, na tecnologia e nos negócios, sempre atentos á ideia de se criar o sistema gerador de resultados. Entretanto, presume-se que ele poderia gerar os seus melhores resultados o desenvolvimento humano em geral, dando a cada pessoa as armas de Newton, Einstein, Bill Gates e Steve Jobs, dentro do possível.
Sua inspiração prática inspira-se no Programa 5S, nos Círculos de Controle da Qualidade e nos Sistema de Sugestões. Sua visão integrada, além do Sistema Toyota, calca-se na experiência do TQM - Total Quality Management, no estilo japonês. Quando se pensa na gestão padrão mundial, esse movimento foi liderado no Brasil pelos professores Vicente Falconi Campos e José Martins de Godoi, a partir de sua matriz japonesa.
Sua representação foi conduzida tendo em vista a experiência do autor com a pesquisa, o ensino e a extensão de conhecimentos à sociedade, sob as diretrizes inerentes ao método da ciência e da engenharia. Em especial, o autor teve a sua experiência culminante ao adaptar, a pedido dos professores Falconi e Godoi, o Programa 5S à realidade brasileira. Seus livros sobre o tema venderam cerca de 120 mil exemplares desde que foram lançados, a partir de 1994.
Espero que essa abordagem possa ser útil às pessoas e às organizações humanas em geral, cabendo aos usuários finais avaliá-la.
domingo, 17 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
AGRADECIMENTOS
No desenvolvimento do tema GDC sou devedor de muitos. Tantos são os que estão por trás da versão que me coube organizar, que seria melhor não citar nomes. Contudo, vou correr o risco consciente de citar alguns que tiveram contribuição excepcional, conforme registrado na minha falha memória.
Em primeiro lugar, agradeço ao Altíssimo, Inteligência Suprema, que está por trás de toda a realidade aparente. Ele dá a cada um um pouco de Sua Inteligência, permitindo que todos possam sentir-se agentes ativos da História.
Em segundo lugar, agradeço ao meu avô João Martins de Oliveira por ter iniciado um ramo da família humana, junto com sua humilde esposa, que deu bons frutos apesar das condições iniciais muito difíceis, e que poderiam ter levado uma pessoa comum a desistir da vida digna.
Em segundo lugar, agradeço aos meus pais, Antônio Euzébio da Silva, e Florentina Maria da Silva, por terrem constituído uma família pobre, mas digna. Eles me ensinaram que a vida não vale a pena ser vivida sem solidariedade.
Em terceiro lugar, agradeço à minha irmã Maria Florentina da Silva, que me orientou no caminho dos estudos, quando eu poderia ter optado por caminhos incompatíveis com a realização da minha missão na vida. Em especial, ela fez a minha conexão com a Professora Iêda de Araújo Neto que demonstrou que, aos 10 anos, uma criança considerada "velha e burra", era apenas um ser humano esperando pelo apoio certo para compreender como lidar com a Gestão da Dinâmica do Conhecimento.
Não posso deixar de citar, ainda, minha esposa Maria Márcia, meu filho Gustavo e minha filha Marina. Eles foram meus consultores especiais, além de propiciarem o ambiente emocional adequado para que eu não perdesse de vista a minha missão na vida. Eles representam para mim amor e vida.
Alguns professores da UFMG tiveram influência decisiva para mim: Irene Carvalho Balbino, José Alício de Carvalho Sobrinho, Élcio Marques Coelho, Carlos Alberto Bottrel Coutinho, José Martins da Godoy e Vicente Falconi Campos. Foram eles que me colocaram em contato com a ideia de que até mesmo o bom senso funciona melhor quando estruturado sistematicamente para efeito de educação e treinamento.
De importância estratégica, embora eu já esteja ampliando os riscos de citar nomes, foi o melhor estagiário e amigo que eu pude ter num momento decisivo da minha preparação em gestão: Antônio Lourenço Filho.
Às demais pessoas que me ajudaram eu peço perdão por não citá-las, pois a lista seria muito grande. Como eu poderia citar, por exemplo, as centenas de alunos com os quais aprendi e interagi?
Em primeiro lugar, agradeço ao Altíssimo, Inteligência Suprema, que está por trás de toda a realidade aparente. Ele dá a cada um um pouco de Sua Inteligência, permitindo que todos possam sentir-se agentes ativos da História.
Em segundo lugar, agradeço ao meu avô João Martins de Oliveira por ter iniciado um ramo da família humana, junto com sua humilde esposa, que deu bons frutos apesar das condições iniciais muito difíceis, e que poderiam ter levado uma pessoa comum a desistir da vida digna.
Em segundo lugar, agradeço aos meus pais, Antônio Euzébio da Silva, e Florentina Maria da Silva, por terrem constituído uma família pobre, mas digna. Eles me ensinaram que a vida não vale a pena ser vivida sem solidariedade.
Em terceiro lugar, agradeço à minha irmã Maria Florentina da Silva, que me orientou no caminho dos estudos, quando eu poderia ter optado por caminhos incompatíveis com a realização da minha missão na vida. Em especial, ela fez a minha conexão com a Professora Iêda de Araújo Neto que demonstrou que, aos 10 anos, uma criança considerada "velha e burra", era apenas um ser humano esperando pelo apoio certo para compreender como lidar com a Gestão da Dinâmica do Conhecimento.
Não posso deixar de citar, ainda, minha esposa Maria Márcia, meu filho Gustavo e minha filha Marina. Eles foram meus consultores especiais, além de propiciarem o ambiente emocional adequado para que eu não perdesse de vista a minha missão na vida. Eles representam para mim amor e vida.
Alguns professores da UFMG tiveram influência decisiva para mim: Irene Carvalho Balbino, José Alício de Carvalho Sobrinho, Élcio Marques Coelho, Carlos Alberto Bottrel Coutinho, José Martins da Godoy e Vicente Falconi Campos. Foram eles que me colocaram em contato com a ideia de que até mesmo o bom senso funciona melhor quando estruturado sistematicamente para efeito de educação e treinamento.
De importância estratégica, embora eu já esteja ampliando os riscos de citar nomes, foi o melhor estagiário e amigo que eu pude ter num momento decisivo da minha preparação em gestão: Antônio Lourenço Filho.
Às demais pessoas que me ajudaram eu peço perdão por não citá-las, pois a lista seria muito grande. Como eu poderia citar, por exemplo, as centenas de alunos com os quais aprendi e interagi?
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Inovação e Espírito Empreendedor - Peter Drucker
Alunos da disciplina EMN006 Inovação e Espírito Empreendedor 2012/2
A globalização causa um maior e
mais rápido fluxo de informações, pessoas e produtos, resultando em um aumento
da concorrência entre as empresas e na diminuição do ciclo de vida dos
produtos. O livro “Inovação e Espírito Empreendedor”, de Peter Drucker, aborda
a dinâmica da inovação nos meios corporativos, e ensina a conviver com ela e
despertar por meio de técnicas e dados, o espírito de mudança.
A inovação é caracterizada pela
mudança dos valores e da satisfação do consumidor, através da transformação de
novos recursos em benefícios. Para coloca-la em pratica, não basta apenas ter a
ideia, é necessária uma sistematização e um estudo para prever quais serão os
riscos e os resultados. Esta previsão servirá para que se possa maximizar os
bons resultados e minimizar os riscos.
Drucker apresenta a origem da
inovação, mapeando as sete fontes principais que são perceptíveis internamente
e externamente numa organização. As perceptíveis internamente são: i)
inesperado: o sucesso e o fracasso acontecem através de uma análise de risco;
ii) incongruência: você sabe o que oferecer no futuro mas não sabe como chegar
lá; iii) necessidade de processo: você sabe que o processo é falho mas a solução
é desconhecida; iv) mudanças no setor: crescimento, amadurecimento etc. E as
perceptíveis externamente são: i) demográfica: mudança da dinâmica
populacional; ii) percepção, disposição e significado: atender uma demanda
real; iii) conhecimento novo: oportunidades futuras.
Segundo o autor, as empresas
precisam inovar para se manter no mercado, mas devem ser cautelosas, de modo a
tentar eliminar ou minimizar os riscos da inovação. Drucker aborda as
diretrizes empreendedoras, nas quais as empresas devem abandonar tudo que
estiver desgastado, obsoleto e improdutivo, além de fazer uma análise de toda a
empresa para se ter as informações necessárias para identificar as
oportunidades de inovação. Ele ainda afirma que o foco da alta administração em
oportunidades é essencial para a prosperidade do negócio.
Como o processo de inovação é
complexo, Drucker dá dicas para a implementação do mesmo: enfoque no mercado
(satisfação dos clientes), planejamento financeiro (prioridade de
investimentos) e mapeamento de processos (crescimento ordenado).
Para que a empresa tenha sucesso,
o empreendedor deverá ter uma visão sistêmica da sua empresa e do mercado que
ela está inserida, bem como deverá usar uma estratégia empreendedora. Drucker
cita algumas dessas estratégias, como: i) com tudo e pra valer: é necessário
atingir o alvo; ou a empresa vive ou morre; ii) golpeá-los onde não estão:
exploração de nichos de mercado diferentes dos concorrentes; iii) judô
empreendedor: atacar o concorrente no seu ponto fraco; iv) nichos ecológicos:
conseguir o monopólio em uma área específica e; v) mudança de valores e
características: atender aos desejos dos clientes, fixar preço, adaptar às
realidades econômicas, e procurar o verdadeiro valor do consumidor.
O livro “Inovação e Espírito Empreendedor”
nos passa a mensagem que cada vez mais precisamos de uma sociedade
empreendedora, na qual os empreendimentos sejam normais, estáveis e contínuos.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
A selva semântica no campo da gestão
O nome de algo, quando dissociado do seu conteúdo, pode causar
grande confusão na comunicação. Veremos, a seguir, algumas dessas confusões no
campo da gestão.
Tivemos a tão aclamada e, depois, repudiada, administração
científica; mas, poderia a administração ignorar o método científico numa
formatação conveniente ao contexto? Ele foi popularizado pelos japoneses por meio de uma
versão instrumental sintetizada na sigla PDCA.
Tivemos o surto da administração por objetivos; mas,
poderia alguma administração ignorar objetivos?
Fala-se, hoje, em Gestão pelas Diretrizes, Gerenciamento para Resultados
e Balanced Score Card que, no fundo, significam a mesma coisa.
A administração, dizem alguns, deve ser contingencial,
isto é, deve levar em consideração os elementos únicos da situação. Ora, como
poderíamos gerenciar negócios e resolver problemas ignorando as contingências?
A administração deve fundar-se nas relações humanas.
Está certo; mas, poderia ser diferente
sem se desprezar o bom senso?
Diz outra linha: - é preciso aplicar a teoria
sócio-técnica. Se as organizações fundam-se na tecnologia e nas pessoas, não
seria racional que as teorias fossem sócio-técnicas, sempre?
A qualidade de tudo deve ser buscada por todos, para
todos, com uso produtivo dos recursos; isto é, deve-se buscar a Qualidade
Total. Há como fugir dessa tendência sem tornar-se socialmente irresponsável e
obter o repúdio da sociedade?
A administração deve ser estratégica, levando as
organizações a posicionarem-se em função
de escolhas racionais quanto à sua forma de contribuir para a sociedade. Como
justificar outro tipo de administração?
Devemos cuidar do empreendedorismo, e não apenas de
administração dos empreendimentos existentes. Está certo, mas não se deve
incentivar a atitude empreendedora sempre, até como condição para a perpetuação
do negócio?
Já passou a era da qualidade, dizem, estamos na era da
inovação. Não deveríamos estimular sempre a dedicação de uma parcela de nossas
atividades à inovação?
Estratégia Seis Sigma é a onda do momento. Façamo-la. Mas
o que é isso? Não foi essa a estratégia buscada com entusiasmo pelos japoneses
desde 1950?
Devemos criar o futuro. Sim, mas há algum mágico
capaz de criar o futuro, a não ser quando acredita na inovação e corre os
riscos, como sempre ocorreu na história da humanidade?
Enfim, o que interessa mesmo é realização do
potencial humano disponível, atuando sobre os recursos naturais existentes. Suar a camisa para dominar a dinâmica do
conhecimento, compartilhando emoção e
linguagem, é a solução genérica geradora de soluções específicas.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Apresentação sumária da GDC
A Gestão da Dinâmica do Conhecimento não é um conceito que alguém tenha criado. Ela sempre existiu, intuitivamente, onde quer que tenha havido busca consciente do conhecimento produtivo. A minha contribuição especifica é dar-lhe um formato de fácil comunicação, aprovado pelo público ao qual tive acesso: estudantes de engenharia, professores universitários, profissionais especialistas de vários assuntos, gerentes de empresas, entre outros.
Eu me reporto à GDC da linha dos que a procuraram desenvolver conscientemente, de forma documentada, visando ao estabelecimento de um método de valor universal, aplicável, mediante ajustes, a quaisquer circunstâncias particulares. Ressalto, nessa linha de pensamento, a contribuição de: Descartes, Francis Bacon, Galileu Galilei, Newton e Einstein, entre os que a pensaram na filosofia e na ciência.
Em termos de sua aplicação na produção de bens e serviços, sigo a linha de Taylor, Sistema Toyta de Produção, e outros pioneiros, como Feigenbaum, Deming e Juran, além de organanizações como a General Eletric e a Apple. Entre os formuladores de sistemas de gestão destacam-se, por exemplo, a JUSE - Associação dos Cientistas e Engenheiros Japoneses e a Toyota Motors.
Reconheço que qualquer organização humana bem sucedida no atingimento dos seus resultados são exemplos para se pesquisar a GDC, não interessando o nome que dão aos seus sistemas de gestão. O importante é partir do núcleo básico de geração de conhecimento, e representá-lo da melhor forma possível. Esse roteiro precisa ser de fácil comunicação, e ter natureza universal, além de contextualizável para situações particulares.
A GDC que procurei representar parte, pois, do método científico, e leva em consideração que toda pessoa apta a trabalhar pode e deve ser apresentada ao método, na forma como pode compreendê-lo, individualmente e em equipe. A GDC assim concebida é apropriada, pois, a qualquer atividade humana intencionalmente conduzida como, por exemplo, o processo de ensino-aprendizagem nos sistemas formais de educação.
Apliquei a GDC como coordenador do Curso de Engenharia de Produção da UFMG, e como professor de diversas disciplinas lecionadas nos Cursos de Engenharia da UFMG. Em especial, concentrei esforços para aplicá-la nas disciplinas que lecionei no Curso de Engenharia de Produção da UFMG e, atualmente, no Curso de Engenharia de Minas da UFMG.
Creio, portanto, estar apenas representando, de uma maneira simples, um conceito que pode ser verificado experimentalmente por qualquer pessoa capaz de refletir sobre suas experiências: em casa, no trabalho e na escola. Compartilhei o conceito com muitas pessoas, de diversas especialidades, antes de torná-lo público.
Espero que você, caro leitor, possa ajudar-me a avaliar a aplicabilidade do conceito apresentado. A intenção é que ele seja útil para acelerar a formação do cidadão produtivo brasileiro, em larga escala!
Eu me reporto à GDC da linha dos que a procuraram desenvolver conscientemente, de forma documentada, visando ao estabelecimento de um método de valor universal, aplicável, mediante ajustes, a quaisquer circunstâncias particulares. Ressalto, nessa linha de pensamento, a contribuição de: Descartes, Francis Bacon, Galileu Galilei, Newton e Einstein, entre os que a pensaram na filosofia e na ciência.
Em termos de sua aplicação na produção de bens e serviços, sigo a linha de Taylor, Sistema Toyta de Produção, e outros pioneiros, como Feigenbaum, Deming e Juran, além de organanizações como a General Eletric e a Apple. Entre os formuladores de sistemas de gestão destacam-se, por exemplo, a JUSE - Associação dos Cientistas e Engenheiros Japoneses e a Toyota Motors.
Reconheço que qualquer organização humana bem sucedida no atingimento dos seus resultados são exemplos para se pesquisar a GDC, não interessando o nome que dão aos seus sistemas de gestão. O importante é partir do núcleo básico de geração de conhecimento, e representá-lo da melhor forma possível. Esse roteiro precisa ser de fácil comunicação, e ter natureza universal, além de contextualizável para situações particulares.
A GDC que procurei representar parte, pois, do método científico, e leva em consideração que toda pessoa apta a trabalhar pode e deve ser apresentada ao método, na forma como pode compreendê-lo, individualmente e em equipe. A GDC assim concebida é apropriada, pois, a qualquer atividade humana intencionalmente conduzida como, por exemplo, o processo de ensino-aprendizagem nos sistemas formais de educação.
Apliquei a GDC como coordenador do Curso de Engenharia de Produção da UFMG, e como professor de diversas disciplinas lecionadas nos Cursos de Engenharia da UFMG. Em especial, concentrei esforços para aplicá-la nas disciplinas que lecionei no Curso de Engenharia de Produção da UFMG e, atualmente, no Curso de Engenharia de Minas da UFMG.
Creio, portanto, estar apenas representando, de uma maneira simples, um conceito que pode ser verificado experimentalmente por qualquer pessoa capaz de refletir sobre suas experiências: em casa, no trabalho e na escola. Compartilhei o conceito com muitas pessoas, de diversas especialidades, antes de torná-lo público.
Espero que você, caro leitor, possa ajudar-me a avaliar a aplicabilidade do conceito apresentado. A intenção é que ele seja útil para acelerar a formação do cidadão produtivo brasileiro, em larga escala!
terça-feira, 18 de setembro de 2012
sábado, 11 de agosto de 2012
Exemplo de excelência em comunicão visual
Desafiei meus alunos da disciplina Gestão da Dinâmica do Conhecimento a elaborar uma apresentação da mineração sob a perspectiva do Engenheiro de Minas. O resultado está aqui. Dei nota 100 para eles, pelo simples fato de não existir nota maior.
Parabéns jovens brilhantes!
Parabéns jovens brilhantes!
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